segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Grupo que inclui artistas, empresários e intelectuais lança manifesto contra Bolsonaro



Grupo de intelectuais lança manifesto contra Bolsonaro


Da Redação

portal@hojeemdia.com.br
23/09/2018 - 21h34 - Atualizado 21h44Cn

Wilson Dias / Agência Brasil /
Manifesto, que tem lista de assinaturas aberta, ressalta ameça fascista representada pela candidatura do ex-militar
Manifesto, que tem lista de assinaturas aberta, ressalta ameça fascista representada pela candidatura do ex-militar
Grupo de artistas, ativistas, intelectuais e empresários, dentre outras personalidades brasileiras, lançou, neste domingo (23), manifesto contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Intitulado "Pela Democracia, Pelo Brasil", o documento afirma que a candidatura dele representa "ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial". O manifesto foi publicado no site do movimento, batizado "Democracia Sim", e a lista de signatários está aberta para quem quiser assinar. A relação inicial já contava com cerca de 150 assinaturas.
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Entre os nomes estão artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque, Mano Brown, Wagner Moura, Walter Sales, Camila Pitanga, Laerte e Maria Gadu; jornalistas como Zeca Camargo, Eugenio Bucci, Gilberto Dimenstein e Glória Kalil; empresários como Maria Alice Setúbal, educadora e acionista do Itaú Unibanco, e Guilherme Leal, sócio da Natura; além de profissionais diversos, como o médico Drauzio Varella, o economista Bernard Appy, o advogado Oscar Vilhena e o antropólogo Luiz Eduardo Soares.

O texto, que não indica apoio a qualquer candidato, ressalta a ameaça aos direitos humanos que uma vitória do ex-militar representa. “Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários”, afirma o documento.

Leia o manifesto na íntegra:

"Pela Democracia, pelo Brasil

Somos diferentes. Temos trajetórias pessoais e públicas variadas. Votamos em pessoas e partidos diversos. Defendemos causas, ideias e projetos distintos para nosso país, muitas vezes antagônicos.

Mas temos em comum o compromisso com a democracia. Com a liberdade, a convivência plural e o respeito mútuo. E acreditamos no Brasil. Um Brasil formado por todos os seus cidadãos, ético, pacífico, dinâmico, livre de intolerância, preconceito e discriminação.

Como todos os brasileiros, sabemos da profundidade dos desafios que nos convocam nesse momento. Mais além deles, do imperativo de superar o colapso do nosso sistema político, que está na raiz das crises múltiplas que vivemos nos últimos anos e que nos trazem ao presente de frustração e descrença.

Mas sabemos também dos perigos de pretender responder a isso com concessões ao autoritarismo, à erosão das instituições democráticas ou à desconstrução da nossa herança humanista primordial.

Podemos divergir intensamente sobre os rumos das políticas econômicas, sociais ou ambientais, a qualidade deste ou daquele ator político, o acerto do nosso sistema legal nos mais variados temas e dos processos e decisões judiciais para sua aplicação. Nisso, estamos no terreno da democracia, da disputa legítima de ideias e projetos no debate público.

Quando, no entanto, nos deparamos com projetos que negam a existência de um passado autoritário no Brasil, flertam explicitamente com conceitos como a produção de nova Constituição sem delegação popular, a manipulação do número de juízes nas cortes superiores ou recurso a autogolpes presidenciais, acumulam declarações francamente xenofóbicas e discriminatórias contra setores diversos da sociedade, refutam textualmente o princípio da proteção de minorias contra o arbítrio e lamentam o fato das forças do Estado terem historicamente matado menos dissidentes do que deveriam, temos a consciência inequívoca de estarmos lidando com algo maior, e anterior a todo dissenso democrático.

Conhecemos amplamente os resultados de processos históricos assim. Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade. Testemunhamos os ecos de experiências autoritárias pelo mundo, deflagradas pela expectativa de responder a crises ou superar impasses políticos, afundando seus países no isolamento, na violência e na ruína econômica. Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários.

Em momento de crise, é preciso ter a clareza máxima da responsabilidade histórica das escolhas que fazemos.

Esta clareza nos move a esta manifestação conjunta, nesse momento do país. Para além de todas as diferenças, estivemos juntos na construção democrática no Brasil. E é preciso saber defendê-la assim agora.

É preciso dizer, mais que uma escolha política, a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós.

Prezamos a democracia. A democracia que provê abertura, inclusão e prosperidade aos povos que a cultivam com solidez no mundo. Que nos trouxe nos últimos 30 anos a estabilidade econômica, o início da superação de desigualdades históricas e a expansão sem precedentes da cidadania entre nós. Não são, certamente, poucos os desafios para avançar por dentro dela, mas sabemos ser sempre o único e mais promissor caminho, sem ovos de serpente ou ilusões armadas.

Por isso, estamos preparados para estar juntos na sua defesa em qualquer situação, e nos reunimos aqui no chamado para que novas vozes possam convergir nisso. E para que possamos, na soma da nossa pluralidade e diversidade, refazer as bases da política e cidadania compartilhadas e retomar o curso da sociedade vibrante, plena e exitosa que precisamos e podemos ser".

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

sábado, 7 de maio de 2016


Derrota de francês garante Marcelo Melo na liderança de ranking da ATP



O brasileiro Marcelo Melo garantiu neste sábado (7) a liderança do ranking individual de duplas da ATP na próxima segunda-feira (9). Isso porque o francês Nicolas Mahut caiu na semifinal do Masters 1000 de Madri e não terá como ultrapassá-lo, independentemente do resultado da partida entre Dodig/Melo contra Bopanna/Margea do outro lado da chave.
Outro resultado que viabilizou a subida do brasileiro no ranking foi a derrota do britânico Jamie Murray (líder antes do início da competição) e Bruno Soares nas oitavas de final do torneio.
Por ter caído na primeira rodada do mesmo torneio em 2015, Marcelo Melo não defendia pontos na competição, mesma situação de Mahut. Murray, por sua vez, defendia 180 pontos por ter alcançado as quartas no ano passado, mas não teve sucesso.
O ranking da ATP mostra, até este sábado, o britânico na ponta com 7.715 pontos, contra 7.410 do brasileiro e 7.310 do francês. A classificação atualizada na segunda-feira tirará pontos de Murray e dará pelo menos 360 para Melo e Mahut.
O tenista brasileiro retomará a ponta após perdê-la no último dia 21 de março. Ele havia assumido primeira posição do ranking no dia 2 de novembro de 2015, ficando nela por pouco menos de quatro meses.
NotíciasUOL
Postado por: Ygor I. Mendes

sábado, 8 de agosto de 2015

Dez motivos pelos quais o Rio merece o título de Cidade Maravilhosa

Paula Bianchi
Do UOL, no Rio
 

Não é à toa que o Rio de Janeiro ganhou o apelido de Cidade Maravilhosa. Apesar das mazelas, a beleza única da cidade e de seu povo encantam moradores e turistas há 450 anos, fazendo do Rio um dos locais mais cantados do Brasil e do mundo.
Veja abaixo dez pontos elencados pelo UOL que tornam a capital que mora no coração dos brasileiros maravilhosa:

Dez motivos que tornam o Rio a Cidade Maravilhosa
  • Getty Images
    Combinação de metrópole e natureza
    A combinação entre a metrópole de seis milhões de habitantes, mar e montanha tornam a paisagem do Rio de Janeiro única. Em poucas cidades a natureza faz tão parte do cotidiano tornando, por exemplo, uma simples ida para o trabalho pelo Aterro do Flamengo, na zona sul da cidade, uma sucessão de cartões postais. Foto: Getty Images
  • Antônio Lacerda/EFE
    Pôr do sol
    O por-do-sol no Rio é um acontecimento tão esperado diariamente que em muitos pontos da cidade merece até palmas. De acordo com a época do ano é possível ver o sol se pondo sob o mar ou sob as montanhas, compondo um espetáculo único. Foto: Antônio Lacerda/EFE
  • Cezar Loureiro/Agência O Globo
    Melhor inverno do mundo
    Apesar dos cariocas insistirem em tirar cachecóis, casacos e botas do armário em julho, as temperaturas raramente baixando dos 20º tornam o inverno no Rio o melhor do mundo. Somente aqui é possível combinar praia durante o dia e fondue à noite, para surpresa dos turistas, que caminham de regatas e bermudas pela rua enquanto os moradores seguem seus caminhos encasacados. Foto: Cezar Loureiro/Agência O Globo
  • Reprodução/Rio de Janeiro Guia Oficial
    Carnaval
    Poucas coisas são tão inesquecíveis quanto o Carnaval do Rio de Janeiro que, não é à toa, ficou conhecido como um dos melhores do mundo. Seja no esplendor dos desfiles da Marquês de Sapucaí, que tornaram nomes como Portela, Mangueira e Salgueira conhecidos por todo o país, ou na irreverência e espontaneidade dos blocos de rua, o Carnaval é uma das marcas e cartões de visita da cidade. Foto: Reprodução/Rio de Janeiro Guia Oficial
  • Júlio César Guimarães/UOL
    Informalidade
    Atire a primeira pedra quem nunca invejou a informalidade carioca. Chinelos de dedo vão da praia ao teatro sem constrangimento e são raros os momentos em que é necessário muito mais que uma bermuda e camiseta para estar apresentável. Seja resultado do calor ou da atmosfera praiana, a informalidade é uma regra seguida com gosto pelos moradores. Foto: Júlio César Guimarães/UOL
  • Seth Kugel/New York Times
    Boemia
    A boemia é quase sinônimo de Rio de Janeiro e não é para menos. Aqui se encontra samba de qualidade até na segunda-feira. Mais do que a Lapa, toda a cidade guarda musicalidade e malemolência, e não é preciso esperar a sexta chegar para encontrar as ruas cheias de amigos batendo papo e tomando chope. Foto: Seth Kugel/New York Times
  • Ellan Lustosa/Futura Press/Estadão Conteúdo
    Vida ao ar livre
    É difícil não pensar em levar uma rotina mais saudável ao chegar ao Rio de Janeiro. A vida ao ar livre é um dos grandes atrativos da cidade, que tem seus parques, praças e praias cheios de gente de segunda a segunda. O próprio espaço público é visto pelos cariocas como parte de casa. Foto: Ellan Lustosa/Futura Press/Estadão Conteúdo
  • Antônio Scorza/UOL
    Os encontros
    Cariocas não costumam marcar ponto de encontro ou cumprir horários, como gostam de lembrar os paulistas. Simplesmente se encontram. E se encontram muito e sempre. O hábito de fazer da rua parte de casa faz com que a cidade, seus bares e praças acolham amigos atuais e futuros: qualquer "olá" acompanhado de um copo de cerveja é suficiente para iniciar uma conversa. Foto: Antônio Scorza/UOL
  • Júlio César Guimarães/UOL
    Alegria
    O gari Renato Luiz Feliciano Lourenço, 50, traduz no seu mundialmente famoso apelido e sorriso uma característica intrínseca ao Rio e aos seus moradores: a alegria. Cariocas e cariocas por adoção contornam as adversidades da cidade e cultivam, no dia-a-dia, uma vocação para ser feliz. Foto: Júlio César Guimarães/UOL
  • Fábio Teixeira/UOL
    Musicalidade
    Berço da bossa nova, 'capital' do samba e fonte de talentos da MPB, é difícil pensar no que seria do cancioneiro nacional sem o Rio de Janeiro, a servir de inspiração e ponto de encontro. Afinal, quantas cidades no país podem se orgulhar de ter entre seus patrícios nomes como Vinicius de Morais, Tim Maia e Nara Leão? Isso para não falar dos outros tantos que encontraram no Rio um lar. Foto: Fábio Teixeira/UOL

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domingo, 28 de junho de 2015

Especialista diz que é possível despoluir Lagoa Rodrigo de Freitas até Olimpíadas

27/6/2015 16:12
Por Redação, com ABr - do Rio de Janeiro


A Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, que será um dos palcos das Olimpíadas de 2016 nas provas de remo, pode ser completamente despoluída até o início das competições, em agosto do próximo ano, evitando cenários que se repetem periodicamente, de grande mortalidade de peixes, garante o professor da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Paulo Cesar Rosman.
Lagoa Rodrigo de Freitas com bancos de areia devido à seca no Rio de Janeiro
“Nunca estamos livres de catástrofes
 ambientais”, disse o o professor da 
UFRJ, Paulo Cesar Rosman
 
Integrante do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente e de Engenharia Costeira e Oceanográfica da UFRJ, ele propõe a construção de grandes dutos subterrâneos, ligando a lagoa ao mar, o que aumenta a troca de água e favorece a oxigenação.
– A solução foi dada há 22 anos, em um estudo que eu coordenei. A ideia de se fazer os dutos afogados é perfeitamente viável e atinge os objetivos. Se não houver uma ligação permanente, com boa troca de água, não tem solução. Hoje temos uma lagoa que é um doente crônico. Em menos de um ano, de hoje para as Olimpíadas, dá para fazer, e resolve o problema definitivamente – assegurou.
O sistema seria composto de quatro tubulões subterrâneos, com 2,6 metros de diâmetro, se estendendo até 200 metros mar adentro, com valor estimado em US$ 30 milhões, sem utilização de bombas, usando apenas a maré para puxar e empurrar a água. Rosman não afastou a possibilidade de ocorrer nova mortandade de peixes durante as Olimpíadas, quando o Rio e o Brasil estarão sob os holofotes mundiais.
– Mortandades de peixes ocorrem mais comumente na época do verão, quando a água fica mais quente e o metabolismo de microalgas é mais acelerado, ocorrendo os choques de anoxia [falta de oxigênio]. Mas se você olhar os registros de mortandade na lagoa, houve vários casos no inverno. Nunca estamos livres de catástrofes ambientais – explicou.
Rosman disse que, por causa de décadas de poluição, existe uma camada de 1 metro de extensão, no fundo da lagoa, onde praticamente não há vida, pois é considerada anóxica. Quando venta muito, chove forte ou a temperatura sobe, essa camada se agita e libera substâncias tóxicas, que provocam a mortandade em massa de peixes. O último episódio ocorreu em abril passado, quando mais de 50 toneladas de peixes mortos foram recolhidas. A versão completa do projeto coordenado pelo professor Rosman pode ser acessada na internet.




sábado, 13 de junho de 2015



Jardim Botânico do Rio festeja 207 anos 

Divulgação/JBR

Dois séculos de história
Órgão federal vinculado ao MMA é um importante centro de pesquisa mundial em botânica e conservação da biodiversidade. Para celebrar data de aniversário, neste sábado (13/06), instituição faz intensa programação


Por Letícia Verdi* - Edição: Sérgio Maggio Neste sábado (13/06), o Jardim Botânico do Rio de Janeiro completa 207 anos de existência. Hoje, o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – nome que recebeu em 1995, é um órgão federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) e constitui-se como um dos mais importantes centros de pesquisa mundiais nas áreas de botânica e conservação da biodiversidade. O Jardim foi criado no ano de 1808 pelo príncipe regente português Dom João para instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. O primeiro desafio foi aclimatar especiarias do Oriente: chá preto, baunilha, canela, pimenta e outras. O Jardim Botânico conferia à Corte ares de ‘civilidade’ e ajudava a propagar a beleza e a exuberância da natureza brasileira, junto aos estrangeiros que aportavam na cidade. A data será comemorada com intensa programação cultural, científica e histórica, como a inauguração de canteiros de Cactário e a exposição de obras restauradas do Mestre Valentim. Para quem estiver no Rio, o final de semana será intenso, com direito a bolo de aniversário e parabéns. DESTAQUES DA FESTA: √ Atração: Cactário Atividade: Inauguração de novos canteiros do Cactário. A área, que contava com 2 mil m2, dobrou de tamanho. Os visitantes conhecerão cactos e suculentas das mais variadas formas, dimensões e cores, de diferentes regiões e países, algumas ameaçadas de extinção. Quando: Dia 13/06, às 10h. √ Atração: Ateliê de Restauração Mestre Valentim Atividade: Os visitantes podem conhecer de perto o processo de restauração de quatro esculturas do artista colonial Mestre Valentim – Eco, Narciso e duas Aves Pernaltas – datadas de 1785. As obras integram o acervo da instituição desde o início do século XX.  A restauração dessas obras, de grande valor cultural, está alinhada a um projeto de valorização do patrimônio do Jardim Botânico e às comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro. Quando: Dia 13/06, às 11h. √ Atração: Trilha histórica com personagens de época O quê: Atores caracterizados como D. João, fundador do Jardim Botânico, e sua mulher, Carlota Joaquina, serão guias de um passeio pelos pontos históricos mais importantes do Jardim, entre eles as ruínas da antiga Fábrica de Pólvora e o Sítio Arqueológico Casa dos Pilões. Quando: Dias 13 e 14/06, às 9h, às 15h e às 16h. √ Atração: Parabéns para o Jardim Atividade: Os personagens de D. João e Carlota Joaquina também vão puxar o coro de parabéns pelos 207 anos do Jardim Botânico, com direito a bolo, no Parque Infantil. Quando: Dia 13/06, às 12h30. √ Atração: Lançamento do DVD Montanhas da Amazônia Atividade: Lançamento do DVD sobre a aventura e o desafio das expedições de uma equipe de pesquisadores do Jardim Botânico a alguns dos locais mais remotos do Brasil: as montanhas amazônicas, registradas em um documentário com fotografia e direção de Ricardo Azoury. No evento, haverá a distribuição de 100 DVDs ao público, que poderá conversar com os pesquisadores após a exibição do filme. Quando: Dia 13/06, às 17h, no Museu do Meio Ambiente. √ Atração: Visita guiada ao Solar da Imperatriz Atividade: O público poderá visitar a construção colonial e seus jardins internos projetados por Burle Marx. A arquiteta Dalila Tiago contará curiosidades sobre a história do Solar e mostrará alguns aspectos da reforma do prédio onde hoje funciona a Escola Nacional de Botânica Tropical. Quando: Dia 13/06, das 14h às 16h. √ Atração: Conheça a flora do Jardim em visitas guiadas por pesquisadores Atividade: Uma oportunidade para conhecer a trilha de duas famílias de plantas nativas dos trópicos, as mais cultivadas no Brasil pela atratividade de suas flores - Araceae e Heliconiaceae. Quando: Dia 13/06, às 14h. *Com informações da Ascom do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) (61) 2028.1227.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Rosalda Paim, fundadora do PDT-RJ, morre no Rio de Janeiro

A enfermeira Rosalda Paim, fundadora do PDT do Rio de Janeiro, faleceu hoje (02/6) aos 86 anos, após longa enfermidade. Rosalda se elegeu deputada estadual com Leonel Brizola nas eleições de 1982, período em que aprovou cerca de 20 projetos de lei, dentre eles o que proibiu a coleta remunerada de sangue no Rio de Janeiro.
Outras leis suas foram a que criou o sistema estadual de creches; o que criou o serviço de saúde do adolescente e a obrigatoriedade de instalar conselhos comunitários nas unidades estaduais de saúde.
Nascida em Vila Velha, no Espírito Santo, Rosalda graduou-se em enfermagem em 1950 pela antiga Escola de Enfermagem do Estado do Rio de Janeiro, fez mestrado na UFF e doutorado em enfermagem pela Pontifícia Universidade Católica (PUC).
Rosalda se especializou nas áreas de pediatria, administração hospitalar e saúde pública, tornando-se também professora titular do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da UFF, onde foi chefe de departamento.
Casada com Edson Paim, médico e dentista, Rosalda e Edson participaram ativamente da fundação do PDT, em Niterói, e integraram ao diretório regional do PDT-RJ. Rosalda foi a primeira parlamentar enfermeira do Brasil no período de 1983 a 1987, quando exerceu o mandato de deputada estadual pelo PDT fluminense.
A Universidade Federal Fluminense a homenageou, em vida, com o título de Professora Emérita, por sua dedicação à Enfermagem. Outra homenagem foi feita pela Escola de Enfermagem da UFF, que batizou com o seu nome o auditório principal da instituição.
Já a prefeitura de Niterói, em outra homenagem, batizou de Rosalda Paim a creche municipal que funciona no Centro de Niterói, em frente a escola de enfermagem. Rosalda deixa Edson Paim, seu marido por mais de 60 anos, filhos e netos.